GUIA COMPLETO: HIGH SCHOOL

Saudações intercambistas!

Enfim, Janeiro acabou, as aulas já começaram e aproveitando esse clima de ano letivo que começa, decidimos criar uma pequena série de posts relacionados ao High School internacional. Para quem não sabe, o High School é equivalente ao nosso Ensino Médio no Brasil, ou seja, do primeiro ao terceiro ano. Mesmo sendo “equivalente” o High School tem algumas diferenças – se comparado ao mesmo período no Brasil.

HIGH SCHOOL X ENSINO MÉDIO

A principal diferença entre os dois é no que diz respeito ao ensino de matérias. Enquanto no Brasil o currículo escolar é mais restritivo, lá fora os alunos podem escolher quais matérias querem cursar. Essa possibilidade de escolha, afeta diretamente o volume das turmas, fazendo com que as classes tenham menos alunos, o que consequentemente melhora a qualidade do aprendizado – já que o aluno tem um melhor aproveitamento da hora/aula com os professores.

Além da questão das matérias, os alunos do High School Internacional podem participar de atividades extracurriculares, tais como teatro, dança, tecnologia, fotografia e etc. Além dos clubes, após o horário da aula, de esportes e artes. “Recomendamos sempre que o intercambista faça parte do time da escola, nem que seja para ficar no banco de reserva, mas abre oportunidades para ele conhecer novas pessoas e lugares, além de fazer um exercício extra e não ficar ocioso”. diretor Paulo Cabral  – diretor da ETC Moema – São Paulo.

MODELOS DE ESCOLAS 

Público: O Ensino Público geralmente é mais frequentado por nativos, costuma oferecer matérias acadêmicas, técnicas, vocacionais e dispõe de uma variedade de atividades extras, como música, teatro, esportes e etc.

Privado: Já as escolas privadas, costumam ter um número menor de alunos por classe e altos índices de aprovação posterior em universidades renomadas. O mix de nacionalidade é maior, e muitas vezes a minoria é nativa.  Em algumas instituições é possível escolher até o gênero dos alunos, dividindo-os em escolas para meninos ou para meninas.

Boarding: Escola particular que oferece a acomodação no mesmo campus, de forma organizada e segura, para que o aluno tenha a melhor experiência quando estiver longe de casa. Por 24 horas o aluno é assistido e acolhido, mas sem dúvida é uma opção para o aluno mais independente.

MODELOS DE ACOMODAÇÃO

Homestay/Casa de família: Nesse modelo, o aluno vive com uma família local, participa de sua rotina e tem uma imersão total na cultura do país e possibilita uma melhor assimilação do idioma durante o dia a dia. Modelo disponível tanto para os alunos do modelo público, quanto do privado. Nesse

Residência Estudantil: Normalmente oferecida por escolas particulares, coloca o aluno em acomodações escolares. Grande parte dos alunos são estrangeiros e as acomodações costumam ser duplas.

ANO LETIVO EM CADA HEMISFÉRIO

O ano acadêmico começa após o verão do país, ou seja, no Hemisfério Sul o início é em Janeiro/Fevereiro. E do Norte, em Agosto/ Setembro.

Para o aluno que vai ficar 1 semestre acadêmico, pode escolher começar em qualquer momento. Já os alunos que ficarão 1 (hum)  ano acadêmico, precisam começar no início do ano letivo.

PRÉ-REQUISITOS | HIGH SCHOOL

  • Ter a idade entre 14 e 19 anos;
  • Estar cursando o 2° grau;
  • Ter nível intermediário de inglês;
  • Nos três últimos anos, não ter repetido o ano e ter as notas acima da média;
  • Estar totalmente disposto a viver está nova experiência e ter maturidade e flexibilidade.

    BENEFÍCIOS DO HIGH SCHOOL

    Os alunos que optam pelo programa de High School tem a possibilidade de se desenvolver como pessoa, trabalhando a autoconfiança , organização e autonomia. Além das questões ligadas ao desenvolvimento pessoal, os alunos que participam do programa High School conseguem assimilar melhor o idioma, já que o processo possibilita total imersão na nova cultura.

    Sabe qual a melhor parte? O aluno pode cursar um semestre ou ano letivo no exterior, sem afetar a continuidade dos estudos no Brasil, através da secretaria de educação e tendo como base as normas curriculares gerais, como diz a LDB no § 1º do art. 23.

    “Os pedidos de revalidação devem ser apresentados junto à Diretoria de Ensino em cuja jurisdição resida o aluno interessado. Existe uma orientação dada aos alunos antes de retornar ao Brasil, pois apesar de ser uma lei, alguns passos – e documentos – deverão ser concluídos para que a revalidação do estudo no exterior seja concluído”. esclarece a diretora geral da ETC, Neila Chammas

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