Intercâmbio com trabalho e estudo é o segundo mais procurado no Brasil

Intercâmbio com trabalho e estudo é o segundo mais procurado no Brasil

Pelo terceiro ano consecutivo o relatório Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta) apontou a modalidade de  intercâmbio que une estudo e trabalho,  como a segunda mais vendida no Brasil. Entre os destinos mais procurados estão: Irlanda, Austrália, Nova Zelândia e Canadá.

Em decorrência dessa crescente demanda, alguns países que anteriormente não trabalhavam com essa modalidade, começaram a abrir mercado e vagas de trabalho direcionadas a esse público. Inclusive, recentemente soltamos uma matéria especial falando sobre o aumento das vagas de emprego em Malta (clique aqui para ler ). Além de viver uma experiência incrível o estudante que embarca no programa Work & Study, desenvolve mais facilmente algumas das softs skills mais procuradas do mercado, tais como: facilidade na resolução de problemas, melhoria na capacidade de organização e gerenciamento de tarefas, segurança, autoconfiança e com a fluência e experiência adquirida consegue melhores colocações no mercado de trabalho.

Na ETC atualmente trabalhamos 8 destinos ligando estudo e trabalho, sendo eles: Austrália, Canadá, Dubai, Espanha, França, Irlanda, Malta e Nova Zelândia.

FAIXA DE INVESTIMENTO: DE R$ 7.000,00 – 10.000,00

FRANÇA – A PARTIR DE R$7.701,00 REAIS

No mercado francês há muitas oportunidades de trabalho nas áreas de turismo, varejo e vendas esperado por você! As atividades podem ser em período parcial ou integral, tudo depende do setor de atuação e do seu nível de fluência no idioma.
Para te ajudar nessa jornada de trabalho na França, após o início do programa oferecemos até 3 ofertas de emprego para todos os participantes durante o primeiro mês, assim você começa seu intercâmbio sabendo por onde começar.

AUSTRÁLIA – APROXIMADAMENTE R$ 9.256,71

O governo australiano concede o direito do estudante estrangeiro, que se matricule em um curso por pelo menos 13 semanas, de trabalhar legalmente. O emprego geralmente fica por conta do próprio estudante, apesar de as escolas darem toda a orientação e dicas necessárias.

É necessário ter visto de estudante, exames de saúde realizados por médicos oficialmente cadastrados, vacina contra febre amarela e comprovação financeira de pelo menos AUD 1.652 por cada mês de estadia que se pretende ficar no país. Os trabalhos mais comuns são: auxiliar em restaurantes, fast-food, cafés, bares, pubs e hotéis

MALTA – APROXIMADAMENTE R$ 10.101,90

Todo aluno (acima de 16 anos) que estiver matriculado para um curso superior a 6 meses, poderá trabalhar a partir da 13a semana, desde que solicite o visto de estudante e junto com o empregador, uma permissão de trabalho. O aluno precisa olhar por conta própria este emprego, pois nem a ETC e nem a escola se responsabilizam por colocação.

Existe uma exigência que o aluno precisa estar estudando no mÍnimo 15 horas por semana, e trabalhando no máximo 20 horas semanais.

Salário mínimo em Malta: 4.60 euros por hora de trabalho

NOVA ZELÂNDIA – APROXIMADAMENTE R$ 10.546,20 

O governo neozelandês concede o direito de trabalhar legalmente ao estudante estrangeiro que se matricule por no mínimo 14 semanas em um curso. Não há mais a exigência do IELTS. No entanto, somente escolas autorizadas pelo governo podem oferecer esta modalidade de intercâmbio.

Encontrar um emprego geralmente fica por conta do próprio estudante, apesar de as escolas darem toda a orientação e dicas necessárias. Os trabalhos mais comuns são: auxiliar em restaurantes, fast-food, cafés, bares, pubs e hotéis e a remuneração média é NZ$ 10 a 15 por hora. É necessário ter visto de estudante, exames de saúde feitos em médicos oficialmente cadastrados e comprovação financeira de pelo menos NZ$ 1.250 por cada mês de estadia que se pretende ficar no país.

 

Para ver os demais destinos e seus respectivos valores, CLIQUE AQUI.